segunda-feira, 15 de maio de 2017

Encontro de Vinhos chega à Recife

Recife vai receber, pela primeira vez, um dos principais eventos de vinhos do Brasil. Trata-se do Encontro de Vinhos, um road show que, desde 2009, já percorreu cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Belo Horizonte e São José dos Campos, entre outras, chegando à capital pernambucana no próximo dia 20 de maio, no hotel Courtyard by Marriott, em Boa Viagem.
 
No evento, o público poderá provar vinhos nacionais e estrangeiros de expositores vindos diretamente de São Paulo e também de distribuidoras e importadores locais. Durante a feira haverá venda de rótulos a preços promocionais, música e comidinhas num clima descontraído, mesclando diversão e aprendizado.
 
Um dos pontos altos do Encontro de Vinhos é o Top 5, onde uma série de rótulos da exposição na feira são avaliados por especialistas, que escolherão os cinco melhores entre eles. O resultado é divulgado durante o evento, dando a oportunidade de os visitantes poderem prová-los e tirarem suas próprias conclusões.
 
Entre alguns expositores já confirmados estão:
  • World Wine
  • Jobtotal Importadora
  • Casa Perini
  • Familia Cassone
  • Eno Cultura
  • Importadora Trinacria
  • La Pastina
  • P&F Wineries
  • Licínio Dias Importação
  • Grupo RM | LVMH
  • Campo da Serra Queijos Especiais
Novas marcas ainda deverão se juntar ao evento, proporcionando uma degustação de pelo menos 200 rótulos de diferentes nacionalidades. O evento é voltado tanto para apreciadores da bebida, quanto profissionais do ramo.
 
Os ingressos para o evento custam R$ 60 e já estão à venda no site: www.encontrodevinhos.com.br. Entradas limitadas.
 
SERVIÇO:
Encontro de Vinhos Recife 2017

Quando: 20 de maio de 2017 (sábado)
Horário: 14h às 22h
Onde: Hotel Courtyard by Marriott [Av. Eng. Domingos Ferreira, 4661 - Boa Viagem]
Ingressos: R$ 60, à venda no site www.encontrodevinhos.com.br/

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Miolo Cuvée Tradition Brut Rosé 2015 #cbe

Dia do trabalhador é dia de colocar as pernas para o ar, de curtir em família e também de por em dia os vinhos para a Confraria Brasileira de Enoblogs. - CBE. Essa foi a sugestão da Fabiana Gonçalves.

Fui consultar meus arquivos e vi que tenho uma dúvida menor que pensava é maior que gostaria. Estou com três publicações em atraso e hoje diminuo minha dívida com o tema de agosto de 2016, que foi: "Espumante Brut Rosé do Novo Mundo, elaborado pelo método tradicional, sem faixa de preço", proposto pelo Marcelo Galvão do blog Agenda de Vinhos.

Minha escolha foi o Miolo Cuvée Tradition Brut Rosé, produzido pelo método tradicional na Serra Gaúcha pela gigante e que dispensa apresentações: Miolo.

Na taça apresentou cor rosá clara, límpida, com boa formação de espuma e perlage fina, abundante e persistente.

No nariz mostrou boa intensidade de aromas, marcados pela fruta vermelha (morango e cereja) seguido de notas florais e de levedura e pão tostado.

Em boca um espumante leve e refrescante, com acidez de média intensidade e boa cremosidade. Repetiu as notas olfativas com destaque para as frutas. Final de boca de média persistência e agradável frescor.

O Rótulo 

Vinho: Miolo Cuvée Tradition Brut
Tipo: Espumante Rosé
Casta: Chardonnay e Pinot Noir
Safra: 2015
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Produtor: Miolo 
Graduação: 12%
Onde comprar: RM Express
Preço médio: R$ 50,00
Temperatura de serviço: 8°

quarta-feira, 1 de março de 2017

Paulo Laureano Vinhas Velhas Premium tinto 2013 #cbe

O primeiro post do mês é reservado ao vinho degustado para a primeira e única confraria virtual do Brasil. A ocasião é sempre especial e este mês um pouco mais, pois o tema foi de minha responsabilidade.
 
Há 5 anos (desde janeiro de 2012) faço parte desta distinta confraria, relembre meu primeiro vinho aqui, e há 4 anos (fevereiro de 2013) foi me dada a honra de sugerir o tema pela primeira vez, relembre.
 
Baseado nos fatos acima foi que escolhi o tema: "Vinho tinto alentejano com 3 ou mais castas". Explico: o primeiro vinho que degustei para a Confraria Brasileira de Enoblogs - CBE foi o Paulo Laureano Reserve Branco 2010, um vinho produzido na DOC do Alentejo, pelo produtor que dá nome ao vinho  e que possui como característica usar apenas castas nativas portuguesas em seus rótulos, os quais são, em grande parte, vinhos de lote (coorte ou assemblage).
 
Para celebrar os 5 anos de CBE resolvi abrir um vinho do mesmo produtor que degustei lá no início e pra completar da safra de 2013, ano que sugeri pela primeira vez o tema.
 
O vinho escolhido foi o Paulo Laureano Vinhas Velhas tinto 2013, um exemplar produzido a partir das castas Aragonez, Trincadeira e Alicante Bouschet, advindas do velho vinhedo Julieta, na Vidigueira.
 
Paulo Laureano é um dos mais conceituados enólogos portugueses e uma referência dos vinhos no Alentejo. Para ele desenhar vinhos é uma paixão, desvendar os seus aromas e sabores, avaliar e optimizar as razões da sua identidade e personalidade, promovendo-os como verdadeiras fontes de prazer, são os pontos-chave da sua filosofia.
 
Vamos ao vinho!
 
Na taça apresentou cor rubi de média intensidade, com reflexo violáceos, límpida e brilhante. Presença de lágrimas abundantes finas e lentas.
 
No nariz aromas intensos marcados pela presença de fruta madura, chocolate amargo, folhas secas, defumado e madeira.
 
Em boca um vinho de corpo médio com taninos macios e acidez já se esvaindo, álcool a 14%, mas sem sobressair. Repetiu as notas olfativas e apresentou um final de boca elegante e de boa persistência.
 
O vinho mostrou, como sempre uma boa experiência, mantendo o produto entre os meus prediletos.
 
Degustamos o vinho sem nenhuma pressa, apreciando cada gole, acompanhado de uma picanha.
 
 
O Rótulo
 
Vinho: Paulo Laureano Vinhas Velhas Premium
Tipo: Tinto Assemblage
Castas: Aragonez 40%, Trincadeira 40% e Alicante 20%
Safra: 2013
País: Portugal
Região: Vidigueira, Alentejo
Produtor: Paulo Laureano Vinus
Graduação: 14%
Onde comprar: RM Express
Preço Médio: R$ 100,00
Temperatura de serviço: 18º
Pontuações: 93 pts Revista Adega
Degustado em: 28.02.2017

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Três drinks refrescantes para aplacar o calor #cbe

Aproveitei o período de carnaval para descansar e fazer uns drinks com espumante e vinho, tema do mês da Confraria Brasileira de Enoblogs – CBE, sugerido pelo Alexandre Frias do blog Diário de Baco.
 
A princípio, eu e Fernanda, havíamos pensado em fazer o Clericot, mas depois surgiram outras ideias e também a publicação do referido drink pelo Alexandre Frias, então para não ficar repetitivo partimos para outras opções.
 
O tema é bem oportuno, pois o calor não tem dado trégua e nada melhor que drinks refrescantes para esfriar o maçarico.
 
Preparamos três drinks relativamente simples: uma versão do italiano Belline, onde substituímos o prosecco por um espumante brut; um drink com espumante e frutas vermelhas; e um drink com vinho licoroso e café.
 
Vamos aos drinks!
 
Drink “Belline”
 
 
- Uma parte de suco de pêssego
- Duas partes de espumante (Casa Perini Natural Brut)
 
Drink de Frutas Vermelhas
 
 
- Uma colher de sopa de suco de frutas vermelhas (morango, mirtilo e amora)
- Frutas vermelhas inteiras (morango, mirtilo e amora)
- Espumante (Casa Perini Natural Brut)
 
Drink Vinhos de Minha Vida
 
 
- Uma xícara pequena de café (Nespresso Vanillo)
- Um cálice de vinho licoroso (Salton Intenso Licoroso)
- Uma colher de sopa de chocolate ao leite derretido
- Uma colher de sopa de leite condensado
- Três pedras de gelo
 
Gostamos do tema e faremos novos testes! Até o próximo tema!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Setor vitivinícola apresenta recuo de 18% nas vendas em 2016

Vinho fino sentiu menos o impacto da crise e teve ligeira retração, de apenas 2,8%. Para contrabalançar, no ano passado, valor de exportações registrou alta de 45%
 
O desempenho comercial do setor vitivinícola em 2016 recuou 18% frente ao ano anterior, totalizando a venda de 343,7 milhões de litros em vinhos, sucos, espumantes, vinagres, destilados e outros derivados da uva. Os segmentos que apresentaram maior retração nas vendas foram o de vinho de mesa, com venda de 165,9 milhões de litros, e o de suco de uva natural, com 94,1 milhões de litros, ambos com queda de 20%. O vinho fino, entretanto, apresentou uma redução menos expressiva, de apenas 2,8%, mantendo as vendas em 19,2 milhões de litros.
 
“Já esperávamos que, com uma produção de vinhos menor, a venda seria também menor. Mas esse recuo foi agravado pela crise econômica, aumento dos impostos, do desemprego e da queda no poder aquisitivo das pessoas” analisa o diretor de Relações Institucionais do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Carlos Paviani, referindo-se à quebra de 57% registrada na safra de uva do ano passado, que diminuiu a disponibilidade dos produtos.
 
Contrabalançando o desempenho no mercado doméstico, o setor comemora a retomada nas vendas para o Exterior. O resultado mostra a crescente aceitação internacional dos vinhos brasileiros, principalmente em mercados considerados bastante competitivos, como Estados Unidos, Europa e Ásia. As exportações registraram alta no valor de 45%, totalizando US$ 5,9 milhões, e no volume, de 43%, com 2,2 milhões de litros, assim como no preço médio do litro exportado, que passou de US$ 2,57 para US$ 2,61. As vendas para o mercado externo são fomentadas por ações de promoção internacional desenvolvidas pelo projeto Wines of Brasil, realizado em parceria pelo Ibravin e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).
 
Para o presidente do Ibravin, Dirceu Scottá, no mercado interno, 2017 será um ano de cautela e de bastante empenho por parte dos vinicultores para tentar recuperar os patamares de comercialização registrados em 2015. “Até o momento, a safra tem se apresentado muito positiva em sanidade, volumes e em qualidade. Assim, conseguiremos equalizar estoques e teremos bons produtos para apresentar ao mercado”, observa o dirigente. “A perspectiva econômica para esse ano não é tão favorável, por isso insistiremos nos pedidos de redução da carga tributária, que nos tira a competividade e pesa significativamente na composição de custos, e nos incentivos para melhoria de produção”, complementa.
 
Oscar Ló, vice-presidente do Ibravin, acredita que, com a equalização da oferta, produtos que são carros-chefes para o setor, como o suco de uva 100% e os espumantes, devem recuperar espaço. “Tivemos um recuo muito pequeno nos vinhos finos, sinal de que o consumidor de vinho brasileiro se manteve fiel ao que costuma comprar. E o suco e o espumante, devem voltar à normalidade pois vinham crescendo a índices muito positivos antes da quebra de safra”, enfatiza.
 
Quanto às exportações, será dada continuidade às ações do projeto Wines of Brasil, com reforço nos países considerados mercados-alvo (Estados Unidos, Reino Unido e China). A expectativa é de abertura de novos distribuidores e de iniciativas promocionais diretas em pontos de venda e em eventos voltados para o consumidor nessas praças ajudem a incrementar os resultados obtidos em

Bollinger reeleita “Marca de Champagne Mais Admirada”

A Bollinger acaba de ser reconhecida como a marca de Champagne mais admirada em todo o mundo. A distinção foi atribuída pela Drinks International, uma revista britânica especializada no setor de bebidas que, anualmente, revela o ranking de “Most Admired Champagne Brands”. Em quatro edições, a Bollinger venceu três – 2014, 2015 e 2017.
 
Para esta competição, a Drinks International contou com um painel de júri composto por dezenas de retalhistas, compradores internacionais, imprensa especializada e sommeliers. Cada um foi desafiado a eleger o seu TOP 5 entre 50 produtores e casas de Champagne, seguindo uma criteriosa lista de regras, entre as quais a qualidade e consistência do vinho ao longo dos anos, a reputação da marca, a relação qualidade preço, a imagem ou a forma como é comercializado.
 
A Bollinger, marca de Champagne preferida de James Bond, voltou a conquistar o primeiro lugar na tabela, reforçando o seu posicionamento no mercado. Giles Fallowfield, considerado o “Guru do Champagne” no Reino Unido e porta-voz da competição, afirma que a Bollinger “é a demonstração da excelência consistente ao longo de dois séculos, algo que poucas, ou nenhumas, casas conseguem igualar.”
 
Fundada em 1829, a Bollinger é hoje uma lenda viva da região de Champagne. Os seus vinhos, amplamente apreciados em todo o mundo, são pensados ao detalhe com o objetivo de atingir a perfeição. Envelhecem o dobro do tempo do exigido por lei acreditando que grandes vinhos requerem tempo. O resultado são vinhos simultaneamente complexos e elegantes, com grande potencial de longevidade.

Beber vinho em viagens pode prevenir contaminações de comidas

Longas férias ou mesmo uma viagem rápida em um feriado ou final de semana pedem  um brinde, uma taça ou duas, para celebrar e relaxar. Sim, é um momento para descontração. Porém, alguns estudos tem mostrado algo mais do que isso. Os trabalhos mostram que o consumo de álcool pode realmente ser uma das melhores maneiras de evitar alguns dos mais desagradáveis desequilíbrios físicos que podem minar seu descanso.
 
Distúrbios estomacais como listeriose, salmonella e E. coli são armadilhas comuns para os viajantes que visitam áreas com padrões de saneamento diferentes daqueles com os quais estão acostumados. Felizmente, para os amantes do vinho, estudos mostraram que quando o álcool é consumido, o risco de sucumbir a doenças transmitidas por alimentos diminui significativamente. Segundo os pesquisadores, a acidez elevada do álcool torna mais fácil para a acidez natural do estômago matar patógenos.
 
Apesar da boa notícia, é preciso cautela. Evitar uma intoxicação alimentar não é tão simples como desfrutar de um copo de vinho no seu quarto de hotel ao fim do dia. De acordo com Randy Worobo, professor de microbiologia alimentar na Universidade de Cornell, um dos autores do trabalhao, a fim de inativar os agentes patogênicos, o álcool deve ser consumido ao comer o alimento contaminado ou muito pouco tempo depois. A quantidade que você bebe também é importante. "Quanto maior o percentual de álcool, mais inativação você terá dos patógenos transmitidos pelos alimentos”. Assim, um vinho com 14 por cento de álcool terá efeito maior se comparado com uma bebida com menor percentual de álcool, como a cerveja. Naturalmente, Worobo não recomenda beber excessivamente.
 
Estudiosos têm encontrado evidências de que o vinho pode matar potentes agentes nocivos à saúde humana. Em 2007, alguns vinhos tintos mostraram-se úteis na inibição do crescimento de bactérias, e um relatório de 2004 descobriu que as cascas de uva, sementes e caule que sobram após a produção de vinho, provaram-se mortais para E. coli, salmonella e estafilococo.