segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Três drinks refrescantes para aplacar o calor #cbe

Aproveitei o período de carnaval para descansar e fazer uns drinks com espumante e vinho, tema do mês da Confraria Brasileira de Enoblogs – CBE, sugerido pelo Alexandre Frias do blog Diário de Baco.
 
A princípio, eu e Fernanda, havíamos pensado em fazer o Clericot, mas depois surgiram outras ideias e também a publicação do referido drink pelo Alexandre Frias, então para não ficar repetitivo partimos para outras opções.
 
O tema é bem oportuno, pois o calor não tem dado trégua e nada melhor que drinks refrescantes para esfriar o maçarico.
 
Preparamos três drinks relativamente simples: uma versão do italiano Belline, onde substituímos o prosecco por um espumante brut; um drink com espumante e frutas vermelhas; e um drink com vinho licoroso e café.
 
Vamos aos drinks!
 
Drink “Belline”
 
 
- Uma parte de suco de pêssego
- Duas partes de espumante (Casa Perini Natural Brut)
 
Drink de Frutas Vermelhas
 
 
- Uma colher de sopa de suco de frutas vermelhas (morango, mirtilo e amora)
- Frutas vermelhas inteiras (morango, mirtilo e amora)
- Espumante (Casa Perini Natural Brut)
 
Drink Vinhos de Minha Vida
 
 
- Uma xícara pequena de café (Nespresso Vanillo)
- Um cálice de vinho licoroso (Salton Intenso Licoroso)
- Uma colher de sopa de chocolate ao leite derretido
- Uma colher de sopa de leite condensado
- Três pedras de gelo
 
Gostamos do tema e faremos novos testes! Até o próximo tema!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Setor vitivinícola apresenta recuo de 18% nas vendas em 2016

Vinho fino sentiu menos o impacto da crise e teve ligeira retração, de apenas 2,8%. Para contrabalançar, no ano passado, valor de exportações registrou alta de 45%
 
O desempenho comercial do setor vitivinícola em 2016 recuou 18% frente ao ano anterior, totalizando a venda de 343,7 milhões de litros em vinhos, sucos, espumantes, vinagres, destilados e outros derivados da uva. Os segmentos que apresentaram maior retração nas vendas foram o de vinho de mesa, com venda de 165,9 milhões de litros, e o de suco de uva natural, com 94,1 milhões de litros, ambos com queda de 20%. O vinho fino, entretanto, apresentou uma redução menos expressiva, de apenas 2,8%, mantendo as vendas em 19,2 milhões de litros.
 
“Já esperávamos que, com uma produção de vinhos menor, a venda seria também menor. Mas esse recuo foi agravado pela crise econômica, aumento dos impostos, do desemprego e da queda no poder aquisitivo das pessoas” analisa o diretor de Relações Institucionais do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Carlos Paviani, referindo-se à quebra de 57% registrada na safra de uva do ano passado, que diminuiu a disponibilidade dos produtos.
 
Contrabalançando o desempenho no mercado doméstico, o setor comemora a retomada nas vendas para o Exterior. O resultado mostra a crescente aceitação internacional dos vinhos brasileiros, principalmente em mercados considerados bastante competitivos, como Estados Unidos, Europa e Ásia. As exportações registraram alta no valor de 45%, totalizando US$ 5,9 milhões, e no volume, de 43%, com 2,2 milhões de litros, assim como no preço médio do litro exportado, que passou de US$ 2,57 para US$ 2,61. As vendas para o mercado externo são fomentadas por ações de promoção internacional desenvolvidas pelo projeto Wines of Brasil, realizado em parceria pelo Ibravin e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).
 
Para o presidente do Ibravin, Dirceu Scottá, no mercado interno, 2017 será um ano de cautela e de bastante empenho por parte dos vinicultores para tentar recuperar os patamares de comercialização registrados em 2015. “Até o momento, a safra tem se apresentado muito positiva em sanidade, volumes e em qualidade. Assim, conseguiremos equalizar estoques e teremos bons produtos para apresentar ao mercado”, observa o dirigente. “A perspectiva econômica para esse ano não é tão favorável, por isso insistiremos nos pedidos de redução da carga tributária, que nos tira a competividade e pesa significativamente na composição de custos, e nos incentivos para melhoria de produção”, complementa.
 
Oscar Ló, vice-presidente do Ibravin, acredita que, com a equalização da oferta, produtos que são carros-chefes para o setor, como o suco de uva 100% e os espumantes, devem recuperar espaço. “Tivemos um recuo muito pequeno nos vinhos finos, sinal de que o consumidor de vinho brasileiro se manteve fiel ao que costuma comprar. E o suco e o espumante, devem voltar à normalidade pois vinham crescendo a índices muito positivos antes da quebra de safra”, enfatiza.
 
Quanto às exportações, será dada continuidade às ações do projeto Wines of Brasil, com reforço nos países considerados mercados-alvo (Estados Unidos, Reino Unido e China). A expectativa é de abertura de novos distribuidores e de iniciativas promocionais diretas em pontos de venda e em eventos voltados para o consumidor nessas praças ajudem a incrementar os resultados obtidos em

Bollinger reeleita “Marca de Champagne Mais Admirada”

A Bollinger acaba de ser reconhecida como a marca de Champagne mais admirada em todo o mundo. A distinção foi atribuída pela Drinks International, uma revista britânica especializada no setor de bebidas que, anualmente, revela o ranking de “Most Admired Champagne Brands”. Em quatro edições, a Bollinger venceu três – 2014, 2015 e 2017.
 
Para esta competição, a Drinks International contou com um painel de júri composto por dezenas de retalhistas, compradores internacionais, imprensa especializada e sommeliers. Cada um foi desafiado a eleger o seu TOP 5 entre 50 produtores e casas de Champagne, seguindo uma criteriosa lista de regras, entre as quais a qualidade e consistência do vinho ao longo dos anos, a reputação da marca, a relação qualidade preço, a imagem ou a forma como é comercializado.
 
A Bollinger, marca de Champagne preferida de James Bond, voltou a conquistar o primeiro lugar na tabela, reforçando o seu posicionamento no mercado. Giles Fallowfield, considerado o “Guru do Champagne” no Reino Unido e porta-voz da competição, afirma que a Bollinger “é a demonstração da excelência consistente ao longo de dois séculos, algo que poucas, ou nenhumas, casas conseguem igualar.”
 
Fundada em 1829, a Bollinger é hoje uma lenda viva da região de Champagne. Os seus vinhos, amplamente apreciados em todo o mundo, são pensados ao detalhe com o objetivo de atingir a perfeição. Envelhecem o dobro do tempo do exigido por lei acreditando que grandes vinhos requerem tempo. O resultado são vinhos simultaneamente complexos e elegantes, com grande potencial de longevidade.

Beber vinho em viagens pode prevenir contaminações de comidas

Longas férias ou mesmo uma viagem rápida em um feriado ou final de semana pedem  um brinde, uma taça ou duas, para celebrar e relaxar. Sim, é um momento para descontração. Porém, alguns estudos tem mostrado algo mais do que isso. Os trabalhos mostram que o consumo de álcool pode realmente ser uma das melhores maneiras de evitar alguns dos mais desagradáveis desequilíbrios físicos que podem minar seu descanso.
 
Distúrbios estomacais como listeriose, salmonella e E. coli são armadilhas comuns para os viajantes que visitam áreas com padrões de saneamento diferentes daqueles com os quais estão acostumados. Felizmente, para os amantes do vinho, estudos mostraram que quando o álcool é consumido, o risco de sucumbir a doenças transmitidas por alimentos diminui significativamente. Segundo os pesquisadores, a acidez elevada do álcool torna mais fácil para a acidez natural do estômago matar patógenos.
 
Apesar da boa notícia, é preciso cautela. Evitar uma intoxicação alimentar não é tão simples como desfrutar de um copo de vinho no seu quarto de hotel ao fim do dia. De acordo com Randy Worobo, professor de microbiologia alimentar na Universidade de Cornell, um dos autores do trabalhao, a fim de inativar os agentes patogênicos, o álcool deve ser consumido ao comer o alimento contaminado ou muito pouco tempo depois. A quantidade que você bebe também é importante. "Quanto maior o percentual de álcool, mais inativação você terá dos patógenos transmitidos pelos alimentos”. Assim, um vinho com 14 por cento de álcool terá efeito maior se comparado com uma bebida com menor percentual de álcool, como a cerveja. Naturalmente, Worobo não recomenda beber excessivamente.
 
Estudiosos têm encontrado evidências de que o vinho pode matar potentes agentes nocivos à saúde humana. Em 2007, alguns vinhos tintos mostraram-se úteis na inibição do crescimento de bactérias, e um relatório de 2004 descobriu que as cascas de uva, sementes e caule que sobram após a produção de vinho, provaram-se mortais para E. coli, salmonella e estafilococo.

Bento Gonçalves receberá concurso de vinhos e destilados brasileiros

Bento Gonçalves entrou nos últimos anos na geografia dos mais renomados sommeliers e enólogos do planeta. A cidade gaúcha, que também sedia algumas das mais importantes vinícolas brasileiras e é referência no enoturismo brasileiro, receberá entre os dias 4 e 7 de abril próximo, o CMB – BRASIL a versão brasileira do mais importante concurso de vinhos e destilados do mundo, o Concours Mondial de Bruxelles, em sua 15ª edição no Brasil.
 
A competição avaliará apenas vinhos e destilados brasileiros e tem o objetivo de promover o setor vitivinícola no país revelando os melhores rótulos, sejam eles de pequenos ou grandes produtores, projetando-os internacionalmente. As degustações são sempre às cegas e realizadas por um júri renomado composto por jornalistas brasileiros e estrangeiros que têm a tradição de promover o vinho brasileiro em seus trabalhos.
 
Os produtores interessados em ter seus vinhos avaliados deverão se inscrever pelo e-mail: concurso@marketpress.com.br e enviar 6 garrafas de vinho ou 3 garrafas de destilado de cada uma das amostras, até o dia 20 de março, para a organizadora do Concurso no Brasil, à Avenida São Camilo, 412-12, Granja Viana, Cotia, São Paulo.
 
Segundo Baudouin Havaux, presidente da Vinopres, empresa belga que organiza o evento em nível mundial, o fenômeno europeu de aumento médio de 30% nas vendas dos vinhos premiados também se repete no Brasil o que levou a um crescimento espantoso no número de produtores inscritos nos últimos anos.
 
As degustações e avaliações acontecerão em sessões fechadas a partir de 4 de abril e a divulgação dos resultados será no último dia de trabalho, numa festa para convidados.
 
O 15º Concurso Nacional de Vinhos Finos e Destilados/CMB Brasil tem a organização da empresa belga Vinopres com o apoio da revista “Vinho Magazine”, do Ibravin- Instituto Brasileiro do Vinho, do Governo do Rio Grande do Sul, da SPVinho, do IBRAC, da APRODECANA e do Condomínio Vitivinícola Spa do Vinho.
 
Serviço:
15º Concurso Mundial de Bruxelas – Edição Brasil
Data: 04 a 07 de abril
Local: Condomínio Vitivinícola Spa do Vinho - Bento Gonçalves - RS

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

O novo café da Nespresso envelheceu como o vinho

 
Não é só o vinho que tem direito a envelhecer para ganhar mais sabor. A Nespresso acaba de lançar o Selection Vintage 2014, a primeira variedade de café da marca feita a partir de grãos envelhecidos. O resultado é um café bastante aromático, cheio de sabor e muito suave.
 
Esqueça as barricas de carvalho francês. Aqui o método não foi tão complexo, ainda assim muito inovador no que ao café diz respeito. O novo Selection Vintage 2014 foi criado com grãos da Colômbia colhidos há três anos. De lá até agora, eles ficaram a envelhecer num ambiente controlado com oxigénio, pressão, luz e humidade reguladas.
 
 
Os sacos com os grãos foram rodados ao longo dos meses para que o envelhecimento fosse idêntico em todo o café colhido. Os lotes passaram depois por dois processos de torrefação diferentes, um mais lento, outro mais intenso. O resultado é um café de “aroma complexo com suaves notas amadeiradas e frutadas e uma textura suave”. A descrição é da caixa das cápsulas, mas podia bem ter sido retirada de um qualquer rótulo de garrafa de vinho.
 
Esta é a primeira edição limitada criada pela Nespresso em 2017. É de intensidade sete na escala da marca e deve ser bebido em formato Espresso (40 ml).

III Simpósio Uva e Vinho abrem inscrições em fevereiro

Evento reunirá pesquisadores e interessados no tema em junho de 2017, em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, durante a programação do Dia do Vinho, e apresentará novos benefícios à saúde.
 
Grandes nomes da pesquisa sobre os benefícios da uva e seus derivados estarão no III Simpósio Internacional Vinho e Saúde, que ocorre de 1º a 3 de junho, na Casa das Artes, em Bento Gonçalves (RS). Especialistas do Brasil e do Exterior debaterão os resultados de estudos sobre os produtos vinícolas que têm ocupado cada vez mais espaço na mesa dos consumidores. As inscrições para a submissão de trabalhos ocorre a partir do dia 20 de janeiro e as matrículas para a participação no encontro abrem no dia 20 de fevereiro. Ambas devem ser feitas pelo site www.simposiovinhoesaude.com.br.
 
Até o dia 20 de março, o valor para a participação varia de R$ 70 (estudantes) a R$ 200 (profissionais da saúde). Para profissionais do setor vitivinícola o investimento é de R$ 150.
 
A biomédica Caroline Dani, presidente da Comissão Científica do Simpósio, antecipa que as palestras vão abordar os benefícios da uva e seus derivados para a saúde, incluindo ganhos na prática de exercícios físicos, para a memória, para o coração, na prevenção do câncer e como aliado na perda de peso. “O grande número de pesquisas retrata que temos cada vez mais profissionais desenvolvendo trabalhos sobre os benefícios da uva e do vinho. Isso também é fruto de uma população que está cada vez mais interessada, em busca de novas informações", avalia. Ela constata que os consumidores estão cada vez mais conscientes sobre a importância de conhecer melhor os produtos, sua composição, a existência de elementos nocivos à saúde e as alternativas existentes no mercado que tragam ganhos à saúde.
 
No Simpósio, que ocorre em paralelo à programação do Dia do Vinho, também serão discutidos os benefícios obtidos a partir do consumo de outros derivados da uva, como óleos, extratos e farinhas de sementes e cascas da fruta, por exemplo.
 
Para o pesquisador e chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia da Embrapa Uva e Vinho, Alexandre Hoffmann, o evento será importante por ampliar a rede de parceria entre as instituições de pesquisa, para aumentar o interesse da sociedade pelo tema e pelo fortalecimento das bases científicas sobre os benefícios da uva e seus derivados. "Desde a primeira edição, a Embrapa Uva e Vinho apoia essa iniciativa por acreditar que todas as etapas de produção são fundamentais para maximizar os ganhos dos produtos vitivinícolas para a saúde. A escolha das cultivares, o manejo adequado e as formas de vinificação que extraiam ao máximo as propriedades da uva são preocupações constantes que repercutem nas demais áreas de pesquisa", explica.
 
Já o presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE), Edegar Scortegagna, justifica o apoio da entidade ao evento por fomentar e ampliar os estudos sobre os efeitos benéficos da bebida para a saúde do ser humano. "Os enólogos, com as diferentes técnicas de vinificações, podem, inclusive, colaborar ainda mais para otimizar o poder benéfico dos vinhos", acredita.
 
Além de enólogos, o Simpósio tem como público-alvo profissionais da área da saúde e educação com afinidade ao tema, pessoas ligadas ligados à viticultura, lideranças do setor produtivo e formadores de opinião, produtores rurais, fornecedores da cadeia produtiva e imprensa.
 
O III Simpósio Internacional Uva e Vinho é uma realização do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) com apoio da ABE e da Embrapa Uva e Vinho.
 
Pesquisas inéditas serão premiadas
 
A programação do III Simpósio Internacional Vinho e Saúde contará ainda com um espaço para pesquisas inéditas, cuja apresentação poderá ser feita de forma oral ou por meio de pôster. As selecionadas serão publicadas em revista científica e as melhores nas modalidades pôster e oral serão premiadas.